sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Lidando com as crises




“A maior ciência não é descobrir novas galáxias ou novas partículas nucleares, mas a descoberta dos segredos dos corações e a sabedoria de compreendê-los”.

Como seria bom se – ao puxarmos a folha do calendário do dia anterior – fosse para o cesto de lixo todas as nossas maldades, problemas e tristezas vividos. Contudo, nada disso acontecerá se, ao iniciar um novo dia, não nascer também em nosso coração o desejo de traçar novas metas ou corrigir outras, nas quais não obtivemos bons resultados.

Apenas “mentalizar” as mudanças que desejamos, sem agir para que estas aconteçam, de nada resolverá.

Viver mudanças, certamente, exigirá de cada um de nós esforço e dedicação, pois, conhecemos nossas fraquezas, medos, inseguranças e incapacidades. Talvez, deixar as coisas como estão seja a atitude mais fácil, rápida, indolor e cômoda. No entanto, estabelecer vínculos de intimidade com os velhos hábitos – que nos aprisionam e nos fazem infelizes – não será uma atitude muito inteligente.

Muitos de nós arrastam situações que não prometem crescimento. Agindo dessa maneira, vamos colocar nossa vida na direção de mais um período de frustrações. A força de que precisamos – para assumir nossas mudanças – vem de Deus.

Podemos assumir novos posicionamentos apenas quando fazemos a retrospectiva sobre aquilo que temos vivido sob a luz d’Aquele em que todas as coisas têm consistência. Tomando posse dessa verdade – de que Deus fala conosco por meio dos acontecimentos e se manifesta, também, por meio de conselhos e experiência de pessoas que nos amam – precisamos convidá-Lo para fazer parte de nossa vida. Assim, as nossas crises e dúvidas agora passam a ser partilhadas com Ele.


Se quisermos que os nossos planos tenham consistência, que venham a perdurar por muitos anos e nos sintamos realizados neles, precisamos romper a casca, onde pensamos estar protegidos, e convidar o Senhor para participar dos nossos sonhos, orientando-nos e nos auxiliando a executá-los.

Saber "lidar com as crises” é também refletir sobre alguns pontos fundamentais para o bom convívio humano. Entre eles, destacamos a ciência de que um bom relacionamento é “uma via de mão dupla”, na qual um precisa respeitar o outro para que o entendimento aconteça.

Que Deus abençoe a nós todos na aventura do bem-viver.

Como você tem construído seus planos? Repense o seu modo de ver a vida


Em nossa vida fazemos planos, estabelemos metas e, com isso, visualizamos situações que “podem vir a ser”, que “podem ocorrer”, e nos colocamos numa posição de expectativa e investimento de energia, trabalho e emoção. As expectativas de vida podem, em algum momento, concretizar-se ou não.
O acúmulo de expectativas e situações não resolvidas, bem como problemas cotidianos, profissionais e pessoais podem nos levar ao famoso estresse, que não vem apenas por aquilo que está externo a nós e visível, como problemas, pessoas, falta de dinheiro, desemprego, etc., mas especialmente ao que chamamos de fatores internos, e um em especial: a maneira como interpretamos a vida e seus acontecimentos, as pessoas com as quais convivemos, as situações pelas quais passamos.

Geramos ou pioramos um estado de estresse pela forma como encaramos a vida. Quer um exemplo bem simples de como isso acontece? Por um descuido, você bate seu carro. Não é nada grave, não houve vítimas. Qual a solução mais prática? Buscar um funileiro, avaliar os danos, fazer o orçamento, as formas de pagamento, se você pode ou não pagar agora e decidir por fazer o conserto. Isso é prático, racional e direto (mesmo sabendo que haverá um gasto e que você não poderá pagá-lo agora).



Porém, um modo que gera grande desgaste é olhar para a mesma situação cobrando-se: “Eu fiz tudo errado! Como pude bater este carro! Eu não me perdoo, sou mesmo um idiota”. Todos esses pensamentos estressantes e autopunitivos trouxeram alguma solução? Certamente não. Percebe agora como nossos pensamentos e crenças pessoais podem influenciar nossa reação diante de um acontecimento?

A forma como interpretamos as situações e o modo como nossos pensamentos se desenrolam desencadeiam, portanto, a produção do famoso estresse. Crença é aquilo que dá significado à nossa vida. Se eu creio em Deus, meus atos tendem a ser pautados por essa crença. Por outro lado, se creio que tudo será péssimo, que não sou capaz, que nada dá certo comigo ou que nunca minhas expectativas darão certo, temos aí um bom caminho para atitudes desfavoráveis e um amontoado de novos pensamentos negativos e um belo caminho para o adoecimento e para um círculo contínuo e vicioso de estresse.

Muitas vezes, quando estamos nesse estado, achamos mil desculpas para justificá-lo: "Estou estressado porque meu carro quebrou". Ou: "Porque meu time perdeu", assim como: "Porque meu namoro acabou", porque ... porque... porque... sempre baseados em fatos externos. 

Você já parou para pensar qual é a sua parcela de responsabilidade diante do que não deu certo? Será que não é devido à sua forma de ver o mundo que o estresse acontece e com ele todas as consequências físicas e emocionais em sua vida?

Faço este convite a você: pare e observe como você encara o mundo ao seu redor. Este pode ser um primeiro passo para não ser refém da vida e dar um novo significado à sua história.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Posso ser mais feliz!?

Posso ser mais feliz!?

Claro que sim! 
Entretanto, existe um segredo de singular importância: é mais feliz, quem faz feliz aos outros.

Aliás, esta é uma enorme revolução: ser feliz começando pelos outros. 

Enquanto um número imenso de pessoas insiste em construir a felicidade para si, poucos, embora privilegiados, são felizes, porque aprenderam sobre a fonte de alegria que jorra de um coração, que é pleno de felicidade, porque não pensa em si mesmo.

Vamos revolucionar!?

O RITUAL

"As pessoas preferem mentir para si mesmas a encarar a verdade."

A pergunta é: 
O interessante é que nós sempre procuramos provas, certeza.
_O que faríamos se as encontrássemos?
Dias meses, quando nem sei em que acreditar, Deus diabo ou pa

pai Noel, mas sabe sou só um homem, sou um homem fraco, sem poder.
Mesmo assim há algo que fica me cutucando me incomodando, parece o dedo de Deus, e finalmente não suporto mais a dor e saio da escuridão e alcanço a luz.



Deu tudo errado!!! O que eu faço agora?!

Deu tudo errado!!! O que eu faço agora?!

Nada de complicado! 
Por favor, faça apenas o que tem de ser feito; diga somente o que deve ser dito.

Se você prestar atenção, verá que nos metemos em terríveis enrascadas, porque ultrapassamos a l

inha da conveniência e colhemos os frutos de nossas palavras e atitudes pouco refletidas.
Verá também que restará mais tempo para fazer o bem todos os dias: rezar, escutar alguém, descansar, ler um livro...

Repito, para que eu também não esqueça: faça o que tem de ser feito; diga o que tem de ser dito!
É o bastante para sermos felizes!

Com muito carinho!

PALAVRAS....

Mas esse deve ser o bom de usar as palavras, elas podem ser tão ilógicas quanto nossos pensamentos.
Não escrevo para que os outros me entendam. 
Escrevo apenas para tornar as coisas reais, Eu Me Escrevo
.

EXORCISMO


Trago aqui para o blog o trecho de uma matéria publicada na revista A Tribuna, da Arquidiocese de Campinas, onde pude responder algumas perguntas acerca dos filmes sobre exorcismos, que têm aparecido com certa frequencia nos cinemas.
A Tribuna: Padre, o exorcismo é um tema que exerce fascínio entre as pessoas e sempre explorado pelo cinema, que abusa dos “sustos” como forma de garantir a audiência. O que é o exorcismo?
Pe. Demétrio Gomes: O exorcismo é uma ação litúrgica – propriamente um sacramental – utilizada, como afirma o Catecismo da Igreja Católica, quando a Igreja pede publicamente e com autoridade, em nome de Jesus Cristo, que uma pessoa ou objeto sejam protegidos contra a ação do Maligno e subtraído ao seu domínio.
A prática dos exorcismos foi iniciada na Igreja pelo seu próprio Fundador, e nela esteve presente ao longo de toda sua existência. Foi o mesmo Senhor quem deu aos apóstolos o poder de expulsar os espíritos imundos, afirmando que, entre os sinais que os acompanhariam os que crêem, estaria a expulsão dos demônios (cf. Mt 16,17).
Atualmente os exorcismos podem ser classificados como públicos eprivados. Os primeiros são aqueles administrados em nome da Igreja, por uma pessoa legitimada e segundo os ritos previstos; em caso contrário, são privados. Também como solenes e simples. Os exorcismos solenes são aqueles previstos para os casos de possessão ou obsessão diabólica; já os simples são aqueles que estão integrados dentro de outros ritos, como os do catecumenato ou do batismo.
A Tribuna: Em linhas gerais, qual é a posição da Igreja para reconhecer a necessidade de um exorcismo? Quem pode ministrá-lo?
Pe. Demétrio Gomes: Como afirmou certa vez o Papa Bento XIV, na Carta Sollicitudini, de 1745, essa necessidade se dá quando o exorcista possui uma certeza moral de que o exorcizando esteja realmente atormentado pelo demônio. Essa certeza moral é atingida quando se emprega todos os meios prudenciais para certificar-se que não se trata de algum fenômeno de ordem puramente natural.
O exorcismo solene, tal como está previsto no Ritual de Exorcismos só pode ser realizado por um sacerdote e com a devida licença do Bispo diocesano, que pode concedê-la, como indica o Código de Direito Canônico, a um presbítero piedoso, douto, prudente e com integridade de vida.
A Tribuna: Psiquiatria, psicologia e neurologia hoje diagnosticam e oferecem tratamento para muitos transtornos antes encarados como possessão demoníaca. Esses aspectos são considerados pela Igreja na avaliação dos casos em que se suspeita de possessão? Quando o exorcismo é descartado?
Pe. Demétrio Gomes: Para evitar uma tendência a considerar todos os eventos aparentemente extraordinários uma intervenção do demônio, o próprio Ritual de Exorcismos indica que, antes do uso deste sacramental, o exorcista deve manifestar a máxima prudência, não crendo facilmente que alguém esteja possesso, pois não se descarta a princípio a existência de alguma doença, sobretudo de ordem psíquica. Neste sentido, o exorcista, sempre observando o sigilo da confissão, poderá recorrer aos peritos em ciência médica e psiquiátrica para avaliação de cada caso. Se ficar comprovado que o fenômeno é de fato de ordem natural, não deverá ser realizada a celebração do exorcismo.
Agora, a Igreja está atenta a outro extremo. Àquela postura dos que consideram que o demônio não intervém na vida dos homens, tentando reduzir a intervenção dos espíritos malignos a fenômenos meramente psíquicos ou paranormais. Também o Ritual de Exorcismo alerta para esta questão, solicitando a atenção aos artifícios e fraudes usadas pelo Diabo para enganar a pessoa, para convencer o possesso a não se submeter ao exorcismo, afirmando tratar-se de doença natural. Aliás, esta é uma das grandes vitórias do demônio: fazer acreditar que ele não existe, ou que não atua na história dos homens de hoje. Infelizmente pode acontecer, como notou certa vez o exorcista de Roma, o Pe. Gabriele Amorth, muitos sacerdotes aderem a esta segunda postura, e acabam descuidando do tremendo dever de caridade que têm de atender a estas pessoas atormentadas pelo demônio, afirmando, sem uma diligente investigação, tratar-se de algum fenômeno psicológico.
A Tribuna: Avaliando, de forma mais direta, três filmes que abordam o Exorcismo: “O Exorcista”, “O exorcismo de Emily Rose” e “O Ritual”, mais recente, em quais pontos (de forma geral) essas obras apresentam conteúdo fidedigno ao Exorcismo na Igreja e em quais se distancia?
Pe. Demétrio Gomes: Sobre os três filmes citados, pode-se dizer que abordam conteúdos reais que ocorrem realmente nos exorcismos, acrescentados com toques cinematográficos para tornar os filmes mais “palatáveis” para os apreciadores do gênero. Entre os elementos que ocorrem nos casos de manifestações demoníacas e que os filmes trazem, estão: o falar palavras em línguas desconhecidas, a manifestação de coisas distantes ou ocultas, superioridade de força em relação à idade ou condições físicas, aversão a Deus, à Virgem Maria, aos demais santos e à Igreja. Não é difícil encontrar estes elementos nos filmes citados, o que certamente revela que houve um mínimo de preocupação por parte dos diretores por investigar os casos de exorcismo na Igreja. Aliados a estes conteúdos aparecem também outras imprecisões, que certamente passarão desapercebidas pelo público geral. Penso, por exemplo, no último exorcismo do filme “O Ritual”, onde o seminarista – ou diácono? – aparece realizando as funções próprias e exclusivas de um sacerdote na celebração do Exorcismo Maior. Apesar dessas e outras imprecisões, penso que esses filmes trazem muito mais semelhanças com o real do que cenas fantasiosas.
A Tribuna: Algo nesses filmes chamou sua atenção ou surpreendeu?
Pe. Demétrio Gomes: Em minha opinião, existe uma característica comum a esses filmes citados – sobretudo aos dois últimos – que me parece digna de ser mencionada. Mesmo estando elencados na categoria “terror”, não diria que são filmes propriamente desse gênero. Sem dúvida alguma, contêm cenas assustadoras, que nos permitem vislumbrar o quão extraordinariamente podem manifestar-se as forças infernais. Porém, vejo estes filmes como um grande convite ao telespectador a enfrentar-se diante de uma pergunta fundamental: “Será que tudo o que existe se esgota nesta realidade que conhecemos pelos nossos sentidos?”. Parece-me que estes filmes proporcionam um grande apelo a abrir-nos ao sobrenatural, a descobrirmos que existe uma realidade que nos rodeia e ultrapassa aquilo que podemos captar com nossos sentidos, sem ferir, contudo, a nossa razão natural. A existência do demônio – tônica desses filmes – é um grande chamado a pensarmos na existência de Deus, sem o qual aquele não existiria. No fundo, subjaz – talvez inconscientemente – algo bem semelhante ao argumento filosófico utilizado por Santo Agostinho de Hipona, que apontava para a existência de Deus – o Bem – a partir da existência do mal, já que este consiste na privação do bem.
Estas características aparecem em algumas frases que chamam bastante a atenção do atento espectador. Cito, por exemplo o trecho da Carta de São Paulo, que aparece na lápide do túmulo Emily Rose, ao final do filme: “trabalhai pela vossa salvação com temor e tremor” (Fil 2,12). E outra do filme “O Ritual”, que é uma frase do Pe. Lucas, personagem de Anthony Hopkins para o jovem seminarista Michael Kovak: “Escolher não acreditar no demônio não te protegerá dele.” Uma excelente exortação aos homens de nosso tempo, que pretendem banir toda a alusão a Deus da esfera pública. A presença do mal no mundo, paradoxalmente, é uma manifestação patente de que Deus existe.
Termino lembrando umas palavras tomadas dos escritos de Santa Teresa de Jesus bastante confortadoras diante do temor que pode surpreender-nos ao tratar deste tema: “O demônio teme uma alma unida a Deus, como teme o próprio Deus.” É por isso que o sacramento da Penitência – mais importante que os exorcismos, que são apenas sacramentais – é tão temido pelo demônio, pois aumenta a união do fiel a Deus. Infelizmente é um dos sacramentos mais negligenciados de nosso tempo…

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Até quando devo esperar?!

Até quando devo esperar?!

"O amor tudo espera." Isto significa que é o amor, a única força capaz de tornar alguém hábil a esperar quando, racionalmente, não dá, simplesmente porque "dois mais dois" é igual a quatro; é assim que a gente pensa, raciocina!

Entretanto, quem ama, espera, porque o amor é Deus e está presente em nós por mais humanos e falhos que sejamos. É difícil explicar! Só quem ama é capaz de esperar sempre e sob qualquer tipo de desilusão ou fraqueza.

Quem ama, espera, porque, conhecendo as pessoas, sabe-se que Deus pode, por elas, fazer o inesperado. Só o amor que espera assim, é capaz de encontrar "aquela" saída que ninguém nunca imaginou! É por isso que quem ama, espera, tem esperança e é muito mais feliz!

domingo, 26 de agosto de 2012

Depressão, e agora?

Hoje em dia, já não é tão difícil falar sobre depressão; afinal, ela já foi classificada como “o mal do século”. Ainda há muito preconceito quando se fala nela.

Muitas pessoas acham que depressão é doença “de quem não tem o que fazer”, de pessoas fracas, que não rezam nem lutam, mas isso não é verdade. Depressão é uma doença e, com certeza, todos os que sofrem desse mal não gostariam de estar nesta situação. 

Assumir a depressão chega a ser humilhante, pois, além de tudo, é preciso consultar um psiquiatra; daí, outro preconceito: psiquiatra é “médico de louco”. Eu costumo dizer que, na verdade, é para não ficar louco!

O maior risco da depressão é camuflá-la. Quanto mais tempo demoramos para buscar ajuda, mais sofrimento enfrentamos. Partilho aqui, com vocês, a minha experiência:

Há vários anos, quando partilhava minha vida com Irmã Lucimar, em Londrina (PR), percebi que seu semblante mudou, e ela me disse: "Carla, eu tenho a impressão de que você está depressiva, mas não posso afirmar, porque somente um psiquiatra pode dar o diagnóstico correto". Pronto. Meu mundo caiu! Como assim? Logo eu? Uma missionária da Comunidade Canção Nova, há tantos anos, poderia estar com depressão?


Assim que o choque passou, comecei a me analisar. Tenho pai e mãe depressivos, então, seria difícil fugir desta realidade. Chegando a Cachoeira Paulista (SP), procurei um psiquiatra que, a princípio, diagnosticou uma bipolaridade.Iniciei o tratamento com medicação, mas logo ele foi interrompido, pois engravidei da Sofia. Mais uma vez, meu mundo caiu! Como conduzir uma gravidez, aos 38 anos, depressiva e sem medicação?

Foi aí que Deus me mostrou Sua grandiosidade. Foi à melhor gravidez que vivi, sem nenhum problema! A Sofia nasceu, no final das 40 semanas de gestação, de parto normal.

Passado um tempo, resolvi retomar o tratamento, mas quis trocar de médico, uma vez que não me via bipolar, pois não sentia os picos de euforia. Busquei outro profissional  e ele me diagnosticou com “distimia” (depressão crônica, de intensidade moderada); ela não tem cura, mas é controlável.  

Hoje, esta é a minha realidade. Sei da enfermidade e faço tratamento com medicação e psicoterapia; além de me esforçar para fazer uma atividade física, o que acho muito difícil. É preciso um esforço sobrenatural, mas consigo conviver bem, no dia a dia, e ter mais qualidade de vida: pessoal, familiar, comunitária e profissional.

Há dias em que dá aquela tristeza da alma, vontade de não fazer nada, mas sei o quanto ists não me fará bem e dou uma resposta diferente. Há dias também que necessitamos fazer algo diferente, algo só nosso, sair sozinha, comer algo que tem vontade, etc. Não é feio ter desejos e necessidades, muito menos pensar em nós de vez em quando. Pelo contrário, nos faz bem.




Não posso deixar de relatar aqui a colaboração da família e dos amigos mais próximos. O que mais nos faz bem é sermos acolhidos naquilo que estamos vivendo, sabermos que não somos peso, e que todos, a seu modo, preocupam-se e querem nos ajudar.

Por isso, se você, hoje, descobriu ou foi diagnosticada (o) com depressão, não se desespere! É possível conviver com ela, basta buscar ajuda profissional apropriada.
Tem jeito! Mas do jeito de Deus; não do meu!

como sair da depresão.

Quem é importante para mim?!

Na verdade, e infelizmente, quando falamos de importância, o mundo nos ensinou a pensar naquilo que tem valor para nós e não no valor que as pessoas possuem, porque são pessoas e ponto final.

O problema é que seguimos a vida escolhendo o que e quem nos oferece algo de bom, esquecendo-nos de que o grande bem são as próprias pessoas. Quem vive assim é muito pobre pensando ser rico!

Atenção! Isso pode acontecer também com você! Talvez seja hora de reavaliar sua vida e suas escolhas


Frases do Filme: Antes que termine o dia (If Only)


"Aprecie o que tem. Ame-a"

"Eu adoro você!
Não quero ser adorada. Quero ser amada."

"Dizem que um dos dois sempre ama mais. Meu Deus! Quem dera não fosse eu."

"Se por alguma razão soubesse que não lhe resta muito tempo de vida, o que faria?
É uma resposta fácil e ridícula, eu passaria com você!"

"Ian, a morte não coloca fim ao amor
Você acha?
Eu tenho certeza!"

"Um coração. O meu. É seu agora"

"Eu a amo desde o dia em que a conheci, mas não me permiti sentir isso até hoje, estava sempre um passo a frente, tomando decisões para nos livrar do que tememos. Pelo que aprendi com você hoje, cada escolha foi diferente, e minha vida mudou completamente. Aprendi que quando se faz isso, vive-se inteiramente. Não importa se tem 5 minutos ou 50 anos. Samantha, se não fosse por hoje ou por você, nunca conheceria o amor. Obrigado por ser a pessoa que me ensinou amar... e ser amado."

"Amá-lo foi tão fácil"

"A única coisa que você pode controlar são suas escolhas."

Frases do Filme: Diário de uma Paixão (The Notebook)


"Não sou ninguém importante, apenas um homem comum, com pensamentos comuns. Eu levo uma vida comum. Nenhum monumento dedicado a mim. Meu nome logo será esquecido. Mas em um aspecto, eu obtive sucesso como ninguém jamais teve. Amei alguém de coração e alma. E isso sempre foi o bastante pra mim."

"Posso ser divertido se quiser. Concentrado. Inteligente. Superticioso. Corajoso. E também um bom dançarino. Posso ser o que você quiser. Diga o que quer, e eu serei pra você."

"Se você é um pássaro, também sou."

"Eles não se entendiam, raramente concordavam em algo. Brigavam sempre. E se desafiavam todos os dias. Mas, apesar das diferenças, tinham algo importante em comum: eram loucos um pelo outro."


Frases do Filme: Querido John (Dear John)

"Um pouco antes de tudo ficar preto, quer saber a última coisa que me passou pela cabeça? Você!"

"Agora temos um ano separados. Mas o que é um ano após duas semanas como essas juntos?"

‎"Querido John, na maioria das noites, durmo preocupada com você. Me perguntando como você está por aí. Mas não hoje. Hoje está aqui comigo." 

"A lua está cheia, o que me fez pensar em você. Pois sei que não importa o que estou fazendo, e onde estou, esta lua será sempre do mesmo tamanho da sua do outro lado do mundo."

"Não faço idéia de onde está no mundo, John. Mas sei que perdi o direito de saber há muito tempo. Não importa quantos anos se passem, sei que uma coisa continuará verdadeira como sempre: nos vemos em breve."



Frases do Filme: Um Amor para Recordar (A Walk to Remember)



"Descubra quem você é, e faça disso um propósito."

"O amor é paciente e benigno, não arde em ciúmes; o amor não se ufana, não se ensoberbece; O amor não é rude nem egoísta, não se exaspera e não se ressente do mal. O amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Está sempre pronto para perdoar, crer, esperar e suportar o que vier."

"Talvez Deus tenha um plano maior para mim, do que eu mesma tenho."

"Você é o meu anjo."

"Jamie salvou a minha vida. Ela me ensinou tudo... sobre a vida, esperança, e a longa jornada adiante. Sempre terei saudade dela. Mas o nosso amor, é como o vento, não posso ver, mas posso sentir."


como ser feliz

Qual o segredo do amor?

O verdadeiro amor não desiste de amar! 
A força que o mantém assim é a gratuidade. 

Enquanto continuarmos esperando por um pagamento por nossos gestos de amor, este sentimento será sempre fraco, desiludido e, portanto, desistirá facilmente de tudo e de todos.

Amor que ama, para valer, nunca espera nada em troca: eis a razão de sua força!

sábado, 25 de agosto de 2012

Desistir das pessoas?

Desistir das pessoas?

Jamais! Entretanto, compreenda que somente o Amor de Deus, presente em nós, é capaz de nos fazer continuar acreditando, amando e perdoando as pessoas que, como todos, são repletas de limitações e, por esta razão, cometem muitos erros.


Deus é a fonte de todo Amor que permanece para sempre. Ele é este Amor. 
Por isso, é na oração que encontramos a força para jamais desistir.
Se lhe faltarem forças, você já sabe o que fazer: Reze!

Quando a fraqueza se transforma em força?




Quando a fraqueza se transforma em força?

Mesmo sem forças, o segredo é prosseguir! 
Acredite que Deus é Deus, e isso significa que se dissermos 'sim', mesmo sem forças, veremos o Senhor à nossa frente, realizando o que é impossível. 

Mas, se devido à nossa fraqueza dissermos 'não', jamais iremos vê-Lo caminhando à nossa frente, abrindo caminhos, dando-nos novas forças, antes desconhecidas. 


Você precisa fazer essa experiência!.

Qual é a melhor definição do amor?

Qual é a melhor definição do amor?

Amor é a força que me move para fazer o bem ao outro, não importa a quem. Portanto, muita atenção, pois todas as vezes em que eu escolho a quem fazer o bem já não é mais amor.

Por favor, reflita sobre isso, pois parece pouca coisa ou bobagem, mas não o é! Pense um pouco e reze sobre o que lhe escrevo agora.

E não se esqueça: Só é feliz quem ama!

Por favor, pense sobre isso e mude o que tem de ser mudado

!

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

MÃE...


SENTIDO DA VIDA. MINHA FAMÍLIA.

E por todos os detalhezinhos bonitos do universo,
eu acredito que viver pode valer a pena
se eu souber olhar pras coisas certas.
Se eu souber enxergar esses detalhezinhos.

acreditar nas pessoas

Eu penso que todas as vezes que desacreditamos das pessoas, desconfiamos de nós mesmos. 
É verdade! 
Reflita comigo a respeito! 
A gente pensa que não é capaz de agir ou pensar da forma equivocada, como todas as pessoas são capazes. 
Temos 

''complexo de perfeição'' e um bom vocabulário todas as vezes que necessitamos desfilar nossos julgamentos!
Tenho aprendido que quem tem dificuldade de acreditar nas pessoas, conhece pouco de si mesmo!

MEU TUDO...

Não vejo o ar que respiro mais sei que o ar existe ,mesmo que eu não veja DEUS ,posso afirmar com todas as forças que Ele está aqui e Ele me ama muito.

Como discliplinar minha vida?



Um dia, resolvi criar uma definição para a palavra "disciplina". Busquei algo que me ajudasse a concretizar o que, de verdade, considero tão importante. 
Defini que disciplina é fazer o que tem de ser feito.

Isso me fez um bem enorme!
Desenrolei uma série de atividades, aprendi a listar o que é mais importante e, desde então, deixar para depois tornou-se algo distante de minha experiência pessoal.

Se quiser, faça o mesmo!
Disciplina é fazer o que tem de ser feito! Agora!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O amor é único


O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. 
O que sobra é o amor que todos conhecemos,o sentimento que temos por mãe, pai,irmão,filho... 
É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge .
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. 
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom
de voz nos fragiliza e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

QUEM AMA...AMA...

só dê ouvidos a quem te ama. Tudo mais é palavra perdida, sem alvo e sem motivo santo.

Só mais uma coisa. 
Não te preocupes tanto com o que acham de ti. Quem geralmente acha não achou nem sabe ver a beleza da força que existe em você...


terça-feira, 14 de agosto de 2012

existir quase nunca é fácil,

Esqueceram de me avisar que procurar motivos pra viver é uma luta eterna, e que essa guerra é só minha, embora nem sempre eu esteja sozinho. 
Esqueceram de me avisar que o mundo não é justo e que a verdade nunca é uma só. 
Não há fórmulas certas pra ser feliz. 
Esqueceram de me avisar que eu não posso me entregar na mão de ninguém, pois mais cedo ou mais tarde as pessoas vão embora e eu vou ter que saber o que fazer comigo. Esqueceram de me avisar que a vida é curta, mas se eu não souber viver ela será mais curta ainda. 
Deveriam ter me contado que existir quase nunca é fácil, mas que sumir do mundo é bobagem quando se lembra que amanhã é outro dia e tudo pode acontecer. 
-
É natural se perder de vez em quando, só não desista de se encontrar.

MINHA ADORÁVEL ISADORA

(...) Mas quando ele sorri pra mim, até meus passos são felizes. Ele conserta todas as minhas próximas 24 horas com o simples ato de mostrar os dentes e encolher os olhos. 

Ainda não sei ao certo se são as decepções que me perseguem ou sou eu que vivo atrás de ilusões. 
E é impossível não doer quando as melhores coisas da vida se mostram não tão boas. 
A gente cresce com uma visão de mundo que vai se modificando com o passar dos anos. 
Descobri tanta coisa que eu não queria, e tenho dúvidas que eu não suporto. 
Mas se me perguntam como eu tô, eu sempre digo que tô bem, porque é ainda mais difícil quando eu resolvo contar dos precípicios que a vida me joga. 
Tudo parece tão frágil agora, tão inconstante, e sempre tão passageiro.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

MÃEZINHA...

Mãe, obrigada pelas tuas mãos singelas que aliviam a minha dor;

Obrigada pelo teu sorriso terno que me acalma nos momentos mais tristes;

Obrigada pelo teu olhar profundo que sempre me leva a Deus;

Obrigada pela tua presença amiga que me sustenta e me faz acreditar no amor

resumo do galope do tempo...de um certo ROBINHO ZINDER...

O que me tornei, o que já fiz, o que já senti, o que conquistei, o quanto sorri, venci e perdi. Consegui tudo que eu queria, mas não cheguei onde quis. 
Fui feliz quando tive que chorar, e sangrei quando o mundo sorriu. 
Enfrentei coisas que ninguém imagina, e superei; lutei contra demônios, que poucos já viram, e ganhei. 
Não tive medo, não tive pena, não tive amor. 
Aprendi a esperar apenas o mínimo
 das pessoas, e elas nunca passaram disso; aprendi a ser forte, ou, então, frio; aprendi a lutar com os olhos, e a chorar sem lágrimas; aprendi que o caminho mais fácil nem sempre é o menos dolorido; e aprendi que sofrer é apenas uma opção. Escondi o amor num lugar
escuro, e deixei o ódio em seu lugar. 


Escrevi coisas que ninguém entendeu, nem mesmo eu. Gostei do que não deveria, mas nunca descobriram. 


Fiz chorar quem eu amava, e não sabia. Deixei pra trás o que mais me fazia feliz, e não achei que era o fim.
Sou quem achei que jamais seria, sou o exemplo ruim que me ensinaram a não ser, sou a minha dor e o meu amor, sou minhas atitudes e um pouco das minhas palavras, sou diferente e igual a tudo
.



domingo, 12 de agosto de 2012

lembranças.

Algumas coisas voltam. Outras não. 
E a única lição que eu tiro do meu passado, é que tudo que está lá, teve seu motivo pra não continuar comigo. A vida é muito curta pra sentir remorso por palavras não ditas ou coisas não feitas. 
E muito menos arrependimento por ter tido coragem o suficiente pra seguir meus próprios impulsos. 
Então, por todas as saudades boas que eu sinto, agradeço a quem me deu essas lembranças. 
Porém, os nostálgicos que me perdoem (ou não),mas a minha memória é tão pequena quanto a vontade de olhar pra trás